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ToggleAtualização da Tabela do Simples Nacional: O Que Está em Jogo para Micro e Pequenas Empresas
Para micro e pequenas empresas, a defasagem dos tetos de faturamento do Simples Nacional desde 2018 tem significado migração forçada a regimes fiscais mais onerosos e complexos, com aumento de custos e carga burocrática no dia a dia do empreendedor.
Segundo o movimento Atualiza Simples, essa falta de correção periódica traz impactos imediatos:
- perda de competitividade;
- queda na criação de vagas formais;
- aumento da informalidade;
- perda de arrecadação futura.
O risco de migrar para regimes tributários mais onerosos
Desde 2018, os tetos de faturamento do Simples Nacional estão congelados, sem correção pela inflação, o que faz com que micro e pequenas empresas ultrapassem espontaneamente os limites permitidos. Isso obriga o empreendedor a migrar para regimes tributários como Lucro Presumido ou Real, caracterizados por alíquotas mais altas e obrigações acessórias mais complexas.
Na prática, essa transição compulsória eleva os custos operacionais, amplia a carga burocrática e reduz a liquidez do negócio. De acordo com o movimento Atualiza Simples, a defasagem já provoca perda de competitividade, queda na criação de vagas formais, aumento da informalidade e até redução da arrecadação futura, pressionando ainda mais empresas que atuam com margens enxutas.
O debate na Câmara dos Deputados: quem participa e quais são as demandas
Na última terça-feira (30), a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados recebeu uma audiência pública para discutir a atualização da tabela do Simples Nacional. O encontro foi solicitado pelos deputados Julio Lopes (PP-RJ) e Any Ortiz (Cidadania-RS) e presidido pelo deputado Luiz Fernando Vampiro, reforçando a relevância legislativa do tema para micro e pequenas empresas.
Além de Diogo Chamun, diretor de Políticas Estratégicas e Legislativas da FENACON, estiveram presentes representantes de entidades que acompanham de perto os desafios do setor:
- Guilherme Silva, economista da CNC
- Rerison Viana, coordenador estadual da CDL Jovem do Ceará (CNDL)
- Eduardo Santinoni, diretor da ABF Regional Centro-Oeste
- Mauro Francis, presidente da Ablos
- Rafael Ávila Cardoso, assessor de Relações Institucionais da ANR
- Lirian Cavalherom, assessora jurídica da FBHA
- Leonardo Vogel Dorneles, presidente da Abrasel no Rio Grande do Sul
No centro do debate, a proposta de correção anual e automática dos limites de receita com base em índice oficial de inflação, a fim de evitar que empresas sejam forçadas a migrar a regimes tributários mais complexos e onerosos.
Entenda a defasagem e seus efeitos na competitividade e na arrecadação
Desde 2018, a falta de revisão dos tetos de faturamento do Simples Nacional pelo índice de inflação tem deixado micro e pequenas empresas vulneráveis. Sem esse reajuste, negócios que crescem naturalmente acabam ultrapassando os limites permitidos e são deslocados para regimes tributários mais onerosos e burocráticos.
Conforme aponta a cartilha Atualiza Simples, essa defasagem acarreta impactos diretos:
- perda de competitividade das empresas;
- queda na criação de vagas formais;
- aumento da informalidade;
- perda de arrecadação futura.
Propostas de indexação automática: o argumento de Diogo Chamun
Durante a audiência, Diogo Chamun reforçou que a correção dos limites do Simples Nacional não deve depender de tramitação legislativa, mas sim de um critério técnico e constante. Para ele, vincular o reajuste ao índice oficial de inflação é a solução mais eficiente e transparente.
“Não faz sentido atualizar a tabela do Simples Nacional, ou mesmo do Imposto de Renda, por projeto de lei. A gente precisa de uma indexação por índice inflacionário”, destacou Chamun, defendendo um mecanismo automático de reajuste anual.
Ao propor a indexação automática, a FENACON busca garantir previsibilidade orçamentária e reduzir a insegurança jurídica. Com a atualização regular, micro e pequenas empresas não seriam surpreendidas por migrações compulsórias a regimes mais onerosos.
Além de preservar a competitividade, o modelo permite que gestores planjem investimentos e contratações sabendo que os tetos de faturamento acompanharão o ritmo da economia, sem depender de decisões políticas pontuais.
Como a MaxBPO pode ajudar sua empresa a se preparar para mudanças tributárias
A correção da tabela do Simples Nacional, quando implementada, traz reflexos diretos no planejamento financeiro de micro e pequenas empresas. Para manter o negócio dentro dos limites permitidos e antecipar possíveis impactos, é essencial contar com apoio especializado.
Na MaxBPO, nossos serviços estão estruturados para oferecer essa segurança:
- BPO Financeiro: monitora fluxo de caixa e projeta cenários de faturamento, alertando sobre riscos de ultrapassar tetos do Simples;
- Contabilidade Consultiva: fornece relatórios e análises periódicas, permitindo ajustes estratégicos antes de alterações tributárias;
- Planejamento Tributário: realiza simulações de regimes fiscais e orienta sobre a melhor estrutura para aproveitar incentivos do Simples;
Com essa combinação de serviços, sua empresa ganha previsibilidade e tranquilidade para crescer conforme a legislação, mesmo diante de ajustes nos limites do Simples Nacional. Conte com a MaxBPO para transformar possíveis desafios tributários em oportunidades de desenvolvimento.
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Fonte Desta Curadoria
Este artigo é uma curadoria do site Fenacon. Para ter acesso à matéria original, acesse FENACON participa de debate sobre a atualização da tabela do Simples Nacional





